A Vagabunda

Revisado por Eder B. Jr.

Eder B. Jr.

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Adaptação/revisão em português contemporâneo de La Vagabonde, de Colette, publicada originalmente em 1910 por P. Ollendorff, Paris. A proposta é reconstruir capítulo por capítulo a partir da edição em domínio público preservada pelo Internet Archive/Open Library, mantendo o ambie...

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A Vagabunda

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📝 Apresentação da Obra

A VAGABUNDA · APRESENTAÇÃO

Capa de A Vagabunda

A Vagabunda - Colette revisitada

Uma leitura contemporânea de La Vagabonde, preservando a elegância cortante de Colette, o palco parisiense e a autonomia inquieta de Renée Néré.

Blocos Extras da Apresentação

Eixo de leitura

A obra acompanha Renée Néré entre palco, quarto, cartas e proposta amorosa. O centro dramático está na escolha entre conforto social e autonomia conquistada pelo próprio trabalho.

Palco e bastidor

O music-hall aparece como ofício físico: maquiagem, ensaio, atrasos, camarim, dinheiro curto e aplauso que termina rápido. Brague, Jadin e Bouty dão corpo a esse mundo.

Desejo e casa

Maxime oferece ternura e respeitabilidade. Renée escuta o desejo sem esquecer o preço de voltar a uma vida definida por outro nome, outro teto e outra rotina.

Cartas e provas

A carta do admirador, os bilhetes, o caderno azul e os recibos organizam a leitura como arquivo afetivo. O papel pequeno decide encontros, suspeitas e partidas.

Sequência das Tintelleries

Os capítulos de Lise ampliam o livro para cafés, pensões, listas e abrigos provisórios. A investigação dela conserva o mesmo interesse por mulheres que sobrevivem lendo gesto e objeto.

Rede feminina

Renée, Lise, Céleste, Mercedes, Jadin, Margot e Madame Sorel formam um conjunto de escolhas práticas. Há ajuda, disputa, medo, dinheiro e humor seco.

Créditos visuais

Os perfis já cadastrados com imagens enviadas pelo usuário foram preservados. Novas imagens entram como referência contextual de época, sempre com crédito visível.

Leitura Aurora

O Atlas agora cruza personagens, grupos, relações e presença por capítulo, facilitando retomada da obra-base e da sequência interna publicada no mesmo book.

Almanaque da Obra

Personagens, facções, relações e bastidores

Personagens em destaque
Renée Néré
Imagem enviada pelo usuário em 2026-05-08
Renée Néré Protagonista

Busca autonomia depois do casamento fracassado e mede cada afeto pelo preço cobrado do corpo.

Brague
Imagem enviada pelo usuário em 2026-05-08
Brague Camarada de palco

Guarda afeto sob impaciência e trata o palco como disciplina de sobrevivência.

Jadin
Imagem enviada pelo usuário em 2026-05-08
Jadin Jovem vedete

Vive entre fome de atenção, fragilidade econômica e pressa afetiva.

Bouty
Imagem enviada pelo usuário em 2026-05-08
Bouty Cômico frágil

Mistura delicadeza, medo de falhar e vontade de continuar sendo visto.

Maxime Dufferein
Imagem enviada pelo usuário em 2026-05-08
Maxime Dufferein Pretendente burguês

Deseja Renée, porém traz consigo a casa, a regra social e a posse delicada.

Fossette
Imagem enviada pelo usuário em 2026-05-08
Fossette Companheira de Renée

Funciona como companhia silenciosa e prova viva de rotina escolhida.

Facções e núcleos
Music-hall e camarins
Music-hall e camarins Núcleo de palco

Mostra a vida artística como trabalho físico, dinheiro incerto e disciplina diária.

Cartas, bilhetes e recibos
Cartas, bilhetes e recibos Núcleo de prova escrita

Transforma papel pequeno em prova de desejo, suspeita e deslocamento.

Casa, casamento e respeitabilidade
Casa, casamento e respeitabilidade Força social

Pressiona Renée com a promessa de descanso e o preço de uma posição fixa.

Turnê, hotéis e estações
Paris Oper um 1900, Wikimedia Commons · Public Domain Mark 1.0
Turnê, hotéis e estações Rota de deslocamento

Amplia a vida errante para além de Paris e testa o desejo em movimento.

Mapa de relações
Renée Néré Desejo e proposta de vida Maxime Dufferein
Maxime oferece amor, casa e reconhecimento; Renée mede o quanto isso custaria à própria autonomia.
Renée Néré Parceria de palco Brague
Brague puxa Renée para o ofício concreto quando a vida íntima ameaça ocupar tudo.
Renée Néré Companhia íntima Fossette
Fossette devolve Renée ao quarto, ao cuidado e à rotina sem espetáculo.
Renée Néré Confidência e juízo Hamond
Hamond ajuda Renée a pensar o próprio desejo com menos pressa.
Renée Néré Sociabilidade e contraste Margot
Margot aproxima Renée do olhar social sobre mulheres que escolhem fora do roteiro comum.
Renée Néré Espelho de precariedade Jadin
Jadin mostra uma juventude de palco mais frágil, sujeita a fuga e comentário alheio.
Jadin Bastidor vulnerável Bouty
Os dois aproximam a comicidade, a doença e o medo cotidiano de perder trabalho.
Renée Néré Continuidade temática Lise
Lise prolonga, na sequência, a pergunta sobre mulher que lê sinais para continuar viva.
Lise Apoio de balcão Céleste
Céleste oferece a Lise abrigo verbal, informação e cuidado sem excesso de promessa.
Lise Vigilância e regra Madame Sorel
Madame Sorel controla listas e entradas, criando perigo e proteção ao mesmo tempo.

📖 Detalhes da Publicação

Ficha editorial, identidade pública e dados técnicos da obra em um só lugar.

Slug Público /a-vagabunda-colette-revisado-eder-b-jr
Ano de Publicação 1910
Gênero Clássico francês / Romance psicológico / Adaptação literária
Formato de Impressão A5 (14x21)
Status da Obra -
Páginas Totais em A5 -
Páginas Coloridas -

Comunidade da obra

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Recepção crítica

Resenhas famosas e leituras críticas de A Vagabunda

traduções editoriais
Colette tem mais impacto que Proust The Guardian · James Hopkin · 2011
publicação original

Hopkin lê A Vagabunda como um romance ainda vivo: amor, solidão, humor cruel, bastidores do music-hall e uma energia que impede a obra de virar peça de museu.

Síntese traduzida da resenha publicada no Books Blog do Guardian.

A história de Colette The New Yorker · Janet Flanner · 1955
publicação original

Flanner situa The Vagabond como uma virada madura na obra de Colette: Renée Néré aparece como figura autobiográfica, artista independente e mulher que teme a dominação masculina inscrita no casamento.

Síntese traduzida da crítica publicada na revista The New Yorker.

La Vagabonde Les Amis de Colette · Association Les Amis de Colette · s/d
publicação original

A leitura francesa destaca Renée não como simples duplo de Colette, mas como símbolo de uma busca de si: uma mulher que rejeita corajosamente toda submissão ao homem.

Síntese traduzida da apresentação crítica institucional da associação.

Colette vista por seus contemporâneos BnF Essentiels · Bibliothèque nationale de France · s/d
publicação original

A BnF registra La Vagabonde como uma das obras que consolidaram o respeito literário por Colette entre seus pares, chegando a receber votos no Goncourt de 1910.

Síntese traduzida do verbete crítico da BnF Essentiels.

Colette e a primeira estrela da autoficção Le Monde · Le Monde / France.tv · 2024
publicação original

O artigo recoloca La Vagabonde no centro da imagem moderna de Colette: uma mulher divorciada, artista de music-hall, lutando para existir fora do amor e do olhar dos homens.

Síntese traduzida do artigo cultural publicado no Le Monde.

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