Li um livro chamado "A Abadessa", de Alexandre Azevedo (ed. Baobá) que é uma ficçao sobre Um fato histórico narrado por várias vozes: o assassinato da abadessa Joana Angélica de Jesus, às portas do Convento da Lapa, em 1822. Numa conversa com o leitor, essa prosa roseana mistura personagens e acontecimentos reais e fictícios e constroem um texto fluído e envolvente, que levam o leitor à São Salvador do século XIX.
Vale a pena, pela linguagem e pelas diferentes visões do fato histórico
Gostei bastante do seu estilo. Fantasia assim não é muito a minha praia, então leio pouco desse estilo, mas vou pegar o seu pra ler assim que acabar o que estou lendo 😊
Mas, sabe, eu sempre achei que meus poemas não tocavam as pessoas. Mas, sempre que os mostro ou público, recebo mensagens tão profundas!...
Continue sempre escrevendo. Aquele poema pode não me tocar hoje, mas tocará a minha amiga. Algum outro poema seu não a tocará, mas tocará a mim. E, talvez, seu poema não me diga nada hoje, mas amanhã irá cair a ficha...
A gente nunca sabe. Mas acontece o tempo todo. E que bom que é assim! 😊
Eu entro nas lojas e as atendentes perguntam: "O senhor está procurando algum modelo específico?" "Não, moça, entrei só pelo ar-condicionado, mesmo..."
Intimista não. Mas tenho que contar uma coisa:
Tenho 45 anos quando tinha 5 ou 6, adorava um livro chamado "Faz-de-Conta", da autora Mirna Pinsky.
Eu lia tanto o livro que decorei praticamente o livro todo.
30 e tantos anos se passaram. Meu menino mais novo tinha em torno de 8 ou 9 anos, e eu resolvi comprar esse livro pra ele ler - comprei uma edição mais nova, é claro.
Ele tirou do plástico e veio ler pra mim. Eu lembrava palavra por palavra do livro - inclusive, palavras que haviam na primeira edição, que foram tiradas nas versões novas...
Não sosseguei até comprar a 1ª edição, a que eu tinha quando criança...
Adoro o primeiro! Os outros às vezes se arrastam (embora tenham muitas passagens sensacionais), mas o primeiro foi uma descoberta deliciosa!
Eu, que sempre gostei de ficção científica, percebi que ela podia ser cômica, e não apenas intelectual (como Asimov e Clarke). Com todos os "problemas" de continuidade que a obra tem (afinal, ela é um retalho de diversos trechos originalmente escritos para o rádio), ainda gosto de reler - e a obra está citada na minha trilogia, que vem por aí... 😊
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